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Introdução à soldagem DIP e por onda

A tecnologia DIP (Dual In-line Package) e a soldagem por onda são processos essenciais na montagem de placas de circuito impresso com furos passantes. DIP refere-se a componentes eletrônicos com duas fileiras paralelas de pinos, que são inseridos em furos pré-perfurados na placa. Esses componentes são amplamente utilizados em circuitos integrados, resistores, capacitores e conectores que exigem alta estabilidade mecânica.


A soldagem por onda é um método de soldagem de alta eficiência usado para fixar esses componentes de furo passante. Durante o processo, a placa de circuito impresso passa sobre uma onda de solda fundida, soldando simultaneamente todos os pinos dos componentes. O pré-aquecimento e a aplicação de fluxo garantem juntas de solda fortes e confiáveis, além de prevenir defeitos como pontes de solda ou juntas frias.


Em conjunto, a inserção DIP e a soldagem por onda oferecem uma solução robusta e eficiente para a montagem de PCBs com componentes de furo passante, equilibrando a velocidade de produção com alta confiabilidade.


Aplicação de pasta de solda
A impressão por estêncil deposita quantidades precisas de pasta de solda em pontos de contato específicos da placa de circuito impresso (PCB).
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Posicionamento dos componentes
Máquinas automatizadas de coleta e posicionamento extraem componentes de montagem em superfície (SMDs) e os posicionam com precisão sobre as áreas revestidas com pasta de solda.
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Soldagem por refluxo:
As placas passam por um forno térmico controlado, onde a pasta de solda derrete para formar conexões elétricas e mecânicas permanentes.
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Inspeção Óptica Automatizada (AOI):
Os sistemas de visão verificam a presença dos componentes, a precisão do posicionamento, a polaridade e a qualidade básica da junta de solda após a refusão.
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Inserção de componentes através de furos
Os componentes não-SMD restantes (conectores, capacitores grandes) são inseridos manual ou automaticamente em orifícios metalizados.
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Soldagem por onda (para tecnologia mista):
Placas com componentes de montagem em furo passam por uma onda de solda fundida, formando conexões na parte inferior.
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Revestimento conformal (se necessário):
Camada química protetora aplicada para proteger as placas montadas de fatores ambientais (umidade, poeira, produtos químicos).
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Reflow secundário (para montagem de dupla face):
O processo se repete (etapas 1 a 4) para os componentes no lado oposto da placa, usando solda ou adesivo de temperatura mais alta.
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Inspeção e testes avançados:

Inspeção por raios X (AXI): Examina conexões ocultas (BGAs, QFNs) em busca de vazios, pontes ou defeitos de alinhamento.

Teste em circuito (ICT): Verificação elétrica da funcionalidade dos componentes e do desempenho do circuito.

Testes Funcionais (FCT): Validam a placa totalmente montada em relação às especificações operacionais.

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Limpeza e montagem final:
Resíduos de fluxo removidos (se necessário); as placas passam pela integração final (invólucro, conectores) em um ambiente controlado.
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Recondicionamento e Reparo:
Estações dedicadas (retrabalho BGA, IR SMT) corrigem defeitos identificados para substituição de componentes ou reparo de juntas de solda.
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